terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Uma poesia
deixo versos com espaços
Neles permeia a brisa fresca dos teus dedos em meus cabelos e
me adormece
Na poesia que me chove
deixo a porta das palavras entreaberta
e tua voz molha meus ouvidos secos
Na poesia que me faz lua
mutante molda meu corpo
e me contorna, me torna
minguante de dor, (re)Nova, me cresce e brilha no peito, cheia.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010

uma paisagem interna
Hoje meu dia padece da dor da minha alma.
Chove porque chove em mim.
O sol se esconde, esfria, ficando em silêncio da sua luz, em respeito à minha dor agora cega, fechada para o cheiro da noite que se aproxima.
Sim, a noite vai me servir este tempo. Escura, misteriosa, guardará dentro de si mesma a possibilidade de amanhecer sozinha.
O dia chega, o sol se abre.
Meus olhos brilham depois do sonho.
O sol nasceu em mim.
Claudia Quintana
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
O lado sombrio da essência humana
atordoa e choca o pensamento
irracionalidade que não posso explicar
sentimentos que não posso parar de sentir.
A alma mergulha então na escuridão
E enegrece os olhos
que não enxergam mais luz no mundo
escurece a percepção.
E nos dissolvemos no escuro universo
da noite, eu e o mundo
ausência de luz.
Absorvendo ausência
Aguardando a luz
Esperança no Tao
DNF
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O PARTO
RAINER MARIA RILKE
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Adélia Prado por si mesma
Intenso Brilho
É impossível no mundo
estarmos juntos
ainda que do meu lado adormecesses.
O véu que protege a vida
nos separa.
O véu que protege a vida
nos protege.
aproveita, pois,
que é tudo branco agora,
à boca do precipício,
neste vórtice
e fala
nesta clareira aberta pela insônia
quero ouvir tua alma
a que mora na garganta
como em túmulos
esperando a hora da ressurreição,
fala meu nome
antes que eu retorne
ao dia pleno,
à semi-escuridão
terça-feira, 23 de março de 2010
Palavras Flores
segunda-feira, 15 de março de 2010
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim." Cecilia Meirelles
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Demência
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O peso da minha alma
o peso da gota
ainda mais leve