Sem poesia, a vida seria a morte.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Saber não sei.





Sinto.

Quanto dura um tempo que se demora ausente..

Para onde vai o ontem?

Talvez arremesse o tempo para sempre.



O mundo não muda.
Só cada vez há menos nele, muito menos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Para um Caio que como Fernando me abriu mais poesia (Abreu?)

Versos de velas armadas,
brancas que se estendem sob o sol e o vento..versos que passam pelos doces pensamentos que se atravessam por mim..
numa breve e luminosa sensação de ter sido vista de novo, como numa miragem.

"Apronto agora os meus pés na estrada.
Ponho-me a caminhar sob sol e vento.
Vou ali ser feliz e já volto." Caio F. Abreu

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vou descendo minhas próprias escadas e me desparafusando..

"Escadas de caracol
Sempre
São misteriosas: conturbam...
Quando as desce, a gente
Se desparafusa...
Quando a gente as sobe
Se parafusa..." Mario Quintana
medo?
quando você nem faz idéia do que fazer
quando fazer alguma coisa é uma emergência.
Bom me ter nessa escuridão exclusiva:
fecho os meus olhos e ela me pertence
hoje me recuso saber que existe luz..

Palavras doentes

minhas palavras foram machucadas
num atropelamento de sonhos e
doloridas,
procuram a cura
num verso doutor.
Ao meu anjo:

E se eu lhe pedisse ... uma chance sobre um amor que termina em um outro amor que depois renasce mais forte do que antes?